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Tipos de aplicação financeira: saiba mais sobre renda fixa e renda variável!

 Tipos de aplicação financeira: saiba mais sobre renda fixa e renda variável!

Tempo de leitura: 7 minutos

Você faz alguma aplicação financeira? Esse tipo de investimento é importante tanto para  pensar no curto, como no longo prazo e é uma ótima estratégia para guardar dinheiro.

Com as aplicações financeiras, você pode: 

No post de hoje, trouxemos alguns tipos de aplicações financeiras para você conhecer e escolher a que melhor se encaixa no seu perfil. Vem ler! 

Três principais aprendizados de hoje

  1. Há dois tipos de aplicações financeiras: as de renda fixa e as de renda variável. A renda fixa já tem uma rentabilidade pré-definida e é um dos tipos de investimento mais seguros, ideal para perfis conservadores de investidor. Ela segue taxas que podem acompanhar alguns indicadores econômicos, como a Selic e o IPCA.
  2. Os principais tipos de investimento em renda fixa são: CDB, LCI/LCA e Tesouro Direto. Enquanto os dois primeiros trabalham com títulos privados de instituições financeiras, o terceiro envolve títulos públicos da União. Nos dois primeiros casos, as taxas podem ser pré/pós-fixadas ou híbridas e há a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), em caso de quebra das instituições financeiras. 
  3. Já as aplicações em renda variável são indicadas para perfis mais agressivos de investidor. Ou seja, quem está disposto a correr mais riscos e até perder dinheiro, buscando uma rentabilidade superior à de renda fixa. Você pode investir tanto em fundos de investimento multimercado (de investimentos diversificados) ou de ações, como negociar ações diretamente na Bolsa de Valores, buscando variar os ativos da sua carteira. 

Tipos de aplicações financeiras

Basicamente, há dois principais tipos de aplicações financeiras: as de renda fixa e as de renda variável. Cada uma delas pode ser destrinchada em outros tipos. Veja como elas funcionam! 

Renda fixa

A aplicação financeira de renda fixa é caracterizada por ter uma rentabilidade previamente definida, assim que você faz o investimento. 

Isso quer dizer que ela pode tanto seguir uma taxa fixa como ter como parâmetro outros indicadores, a exemplo da Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) e do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). 

Esse tipo de investimento é bastante indicado para pessoas que têm um perfil mais conservador e que privilegiam a segurança. Ou seja, que não querem correr o risco de perder dinheiro, mesmo que a rentabilidade trazida pelas aplicações não seja tão alta. 

Confira a seguir os principais títulos de renda fixa e veja se algum deles se encaixa nas suas necessidades! 

CDB

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um tipo de investimento privado, de título emitido por instituições financeiras. 

Assim, ao fazer sua aplicação, você pode resgatar os rendimentos resultantes dos juros sobre os aportes. 

No caso do CDB, as taxas de juros que incidem sobre as aplicações são de três tipos: 

  • Pré-fixada: nesse caso, a porcentagem da rentabilidade é definida previamente no momento do investimento
  • Pós-fixada: a taxa acompanha algum indicador, como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), determinando o rendimento das aplicações
  • Híbrida: reúne os tipos de rentabilidades acima

Com esse tipo de aplicação, o seu dinheiro está protegido pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), em caso de quebra da instituição financeira em que você fez suas aplicações em CDB.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um dos investimentos em renda fixa mais conhecidos do mercado e envolve a venda de títulos públicos, diferentemente do que acontece no caso do CDB. 

A rentabilidade desse tipo de aplicação pode estar relacionada tanto à taxa Selic, como ao IPCA. Assim que você faz o investimento, já sabe qual o modelo de rentabilidade será seguido. 

O Tesouro Direto possui liquidez diária (ou seja, você pode resgatar seus investimentos todos os dias) e não exige um valor mínimo alto para iniciar as aplicações (já é possível começar com R$30, por exemplo). 

LCI/LCA

Assim como o CDB, o LCI/LCA também trabalha com títulos privados, mas que são emitidos por duas instituições que financiam importantes setores da economia, o imobiliário e o agronegócio:  

  • A Letra de Crédito Imobiliário (LCI)
  • A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

As taxas do LCI/LCA são semelhantes às do Tesouro Direto e podem ser pré/pós-fixadas ou híbridas. 

Nesse modelo de investimento, você também conta com a proteção do FGC, em caso de falência da instituição financeira considerada. 

Agora que você já entendeu os tipos de aplicações financeiras em renda fixa, vamos ver como funciona a renda variável? Confira!

Renda variável

Se as aplicações financeiras em renda fixa são as mais adequadas para um perfil de investidor que busca segurança, as em renda variável já são ideais para perfis um pouco mais agressivos. Ou seja, que toleram riscos, buscando uma rentabilidade maior. 

Diferentemente do que acontece com os títulos de renda fixa, na renda variável, o investidor não tem muita previsibilidade sobre a rentabilidade das aplicações, já que, como o nome sugere, ela é muito variável e muda de acordo com o mercado. Em contrapartida, ao assumir esse risco, o investidor também pode ter um rendimento bem superior aos de renda fixa. 

Confira alguns exemplos de renda variável e veja se algum tem a ver com o seu perfil!

Fundos de investimentos

Os fundos de investimento são ótimas opções para quem prefere fazer aplicações financeiras, mas não quer realizar um acompanhamento diário dos investimentos ou tomar decisões frequentes sobre os aportes. 

Isso porque, uma vez que você investe em um fundo, suas aplicações são administradas por especialistas que escolhem para onde vão os recursos.

Há diversos tipos de fundos de investimento, inclusive para perfis mais conservadores de investidor. Mas, no caso da renda variável, os mais indicados são os multimercados ou os de ações.

No primeiro caso, o multimercado, como o nome sugere, trabalha com uma combinação variável de ativos financeiros. Então, em um mesmo fundo, você pode ter aplicações em ações e também em renda fixa, por exemplo. 

Isso ajuda a diversificar a carteira de investimento, diminuindo um pouco os riscos de perda, ao mesmo tempo em que o fundo não fica dependente apenas das rentabilidades da renda fixa.

Já no caso dos fundos de ações, as aplicações feitas pelos investidores são utilizadas para negociações na Bolsa de Valores. Uma das vantagens desse modelo é que o seu dinheiro pode acabar sendo investido em ações que, sozinho, talvez você não tivesse condições de negociar. 

Ações

Além de contar com os fundos de ações, você pode investir diretamente na Bolsa de Valores, comprando ou vendendo os ativos financeiros.

Quando você compra uma ação de uma empresa, você se torna acionista. Ou seja, você possui uma parte dessa empresa, correspondente ao valor investido.

O ideal é que você diversifique sua carteira de investimento para não depender apenas de uma ou de poucas ações, já que não há qualquer garantia de rentabilidade. No caso da diversificação, se uma empresa na qual você investe tem uma performance muito ruim, isso pode ser compensado por outra que tem um desempenho melhor.

E aí, já escolheu qual o tipo de aplicação financeira ideal para você?

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