Pix x outras modalidades de pagamento

 Pix x outras modalidades de pagamento

Continuando a nossa série sobre Pix, hoje vamos explicar as diferenças entre essa e outras modalidades de transferência. Já falamos sobre o que é Pix (confere o artigo aqui!) e quais os benefícios que ele traz para o empreendedor (neste post!). 

Só para relembrar, o Pix chega a partir de novembro de 2020, trazendo mais uma opção para transferir dinheiro de uma instituição para outra, além de realizar e receber pagamentos de forma instantânea. 

Por conta da facilidade de uso e o baixo custo operacional do Pix, é possível que ele se torne a forma mais usada de cobrança e pagamento depois de seu lançamento. 

Hoje, as duas operações mais usadas para depósitos no país, independentemente de serem feitas por pessoas ou empresas, são o DOC e a TED. 

Também são comuns o pagamento e a cobrança por boletos e cartão de débito, por meio dos quais o cliente pode fazer tudo on-line. No caso do boleto, o usuário usa o código de barras para fazer pagamentos pelo app. Já no caso do débito, é preciso inserir os dados do cartão para concluir as transações.

Mas quais são as diferenças entre essas modalidades e o Pix, afinal? É o que vamos ver ao longo do artigo. Vem ler!

Pix, TED e DOC

Já em relação ao Documento de Ordem de Crédito (DOC), o dinheiro transferido cai na conta de destino apenas no dia seguinte. Isso quando a operação for feita até às 22h, porque, depois desse horário, a transferência pode demorar mais de 24h. O valor máximo também é restrito a R$ 4.999,99 por transação.

Ainda que todas essas operações sejam digitais, os grandes diferenciais do Pix sobre elas são a sua rapidez e a sua facilidade. Só para relembrar, com ele, uma transferência vai ser concluída em apenas 10 segundos e poderá ser feita sem restrições de valores, horários ou dias da semana. 

Além disso, o custo por transação feita pelo Pix para as instituições financeiras vai ser muito inferior ao de uma TED e de um DOC. A segurança das três modalidades, no entanto, é a mesma, sendo garantida pelo Banco Central. 

Pix, boleto e débito

Se as vantagens de poder fazer transferências em tempo real e a um custo baixo com o Pix são maiores quando comparadas às TEDs e aos DOCs, no caso de transações feitas por cartões de débito e emissão de boletos não poderia ser diferente! 

Para os lojistas, com o Pix, o custo de receber por um pagamento instantâneo vai ser bem menor se comparado às taxas hoje cobradas pelas adquirentes para as transações de débito. Nesse caso, aliás, a pessoa jurídica consegue receber o Pix via QR Code estático (valor fixo) ou dinâmico (valor variável), gerado por sua maquininha de cartões. 

Já no caso de emissão de pagamentos por boletos, além do custo menor, os lojistas vão ter mais tempo para realizá-la. Primeiro, porque eles não vão precisar registrar os boletos emitidos no sistema do Banco Central. Depois, porque não vai ser necessário emitir boletos para clientes que fazem pedidos pelas lojas virtuais, mas não pagam. 

Agora, uma dúvida natural que pode surgir envolvendo o Pix é: ele é realmente seguro? Se você quer saber isso, confira o próximo artigo da nossa série sobre Pix! 

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